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Na base da vontade, Brasil vence a França e põe fim a incômodo jejum

Com gols de Oscar, Hernanes e Lucas, Seleção faz 3 a 0 no maior algoz de todos os tempos e embala para a Copa das Confederações

 

O peso de um amistoso não chega nem perto de um jogo de campeonato. Mas em determinados casos, uma partida assim pode tirar toneladas das costas de um time. No caso, da seleção brasileira. Por mais estranho que possa parecer para o maior campeão de todos os tempos, a vitória do Brasil sobre a França por 3 a 0, neste domingo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, acabou com um tabu de mais de três anos e meio sem vencer um campeão do mundo. Contra os Bleus, o jejum durava desde 1992.

A Seleção ainda está longe de empolgar. Bem longe. Tanto que as mais de 51 mil pessoas presentes no estádio oscilaram entre gritos e momentos de completo silêncio e até vaias (nem Oscar, autor do primeiro gol, escapou). Mas ao menos com esse triunfo conseguiu ganhar um ânimo extra para o desafio que vem pela frente: a Copa das Confederações. A última vitória sobre um campeão do mundo tinha sido em novembro de 2009, 1 a 0 sobre a Inglaterra. De lá para cá, cinco derrotas e dois empates. Além do meia do Chelsea, Hernanes e Lucas também marcaram.

 

Após protestos, primeiro-ministro turco diz que sua paciência tem limite

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou neste domingo (9), diante de centenas de partidários reunidos em Ancara, capital do país, que sua paciência tem limite, em referência ao seguidos protestos antigoverno que têm sido realizados no país.

“Temos paciência e continuamos tendo paciência, mas nossa paciência tem limites”, disse Erdogan, diante da multidão que se reuniu no aeroporto de Ancara e gritava “nós estamos prontos para sacrificar nossas vidas por você, Tayyip”.

“Ninguém tem que ser pessimista. Ninguém tem que ficar preocupado. A Turquia, que já viveu no passado muitos acontecimentos, também vai superar isto”, completou.

A Turquia teve neste domingo o nono dia de protestos contra o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, que pediu a seus partidários que respondam com uma “lição” aos manifestantes nas eleições municipais de 2014.

Um dia depois de uma nova jornada de mobilização, durante qual dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas em várias cidades do país, o chefe de governo voltou a endurecer o discurso e chamou os manifestantes de “terroristas” ou “vândalos”.

“Restam apenas sete meses para as eleições locais. Peço que respondam a estas pessoas com uma primeira lição pela via democrática, nas urnas”, disse durante um discurso em Adana (sul do país), diante de milhares de simpatizantes que o aclamaram no aeroporto da cidade.

“São suficientemente covardes para insultar o primeiro-ministro deste país”, completou.

“Somos o partido dos 76 milhões de habitantes da Turquia”, completou Erdogan, que é criticado pelos manifestantes, que o consideram autoritário.

Na sexta-feira, Erdogan suavizou o tom adotado contra os manifestantes e disse que era contra a violência, o vandalismo e “as ações que ameacem os outros em nome da liberdade”. Também declarou que receberia todos com “exigências democráticas”.

Milhares de turcos voltaram a sair às ruas no sábado para protestar contra o governo de Erdogan, que pediu o fim das manifestações, inéditas desde que o premier chegou ao poder há uma década.

Protestos foram organizados em Istambul, Ancara, Adana e Izmir. Manifestantes passaram a noite nas ruas.

Cinco pessoas são mortas por atirador na Califórnia

O número de vítimas de um atirador da Califórnia subiu para cinco neste domingo (9), depois que uma mulher de 26 anos, gravemente ferida no tiroteio de sexta-feira (7), morreu no hospital, informaram as autoridades.

Marcela Franco estava no meio do fogo cruzado que matou seu pai, Carlos, em Santa Mônica. O ataque foi feito por um homem fortemente armado.

A mídia local identificou o responsável pelos tiros como John Zawahri, que completaria 24 anos no sábado (8). O atirador foi morto pela polícia apósser cercado na biblioteca da Faculdade Santa Mônica.

Marcela e seu pai, que era responsável pela manutenção das áreas externas da faculdade, estavam em um carro da instituição quando Zawahri abriu fogo contra eles.

“Lamento informar que Marcela Franco morreu nesta manhã no centro médico Ronald Reagan UCLA”, disse o reitor da faculdade, Chui Tsang, em declaração no site da instituição.

A polícia ainda não identificou os motivos da matança.

Com info. do G1
e do O Globo
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Publicado em 9 de junho de 2013, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. Comentários desativados em News Of The Word | Ed. 001.

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