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Jane The Virgin: CW desenvolve série baseada em novela venezuelana

A CW já começa a pensar nas produções para a próxima temporada e acaba de adquirir os direitos de seu primeiro projeto. De acordo com o Deadline, a emissora está produzindo Jane The Virgin, um drama baseado na novela venezuelana de 2002 Juana La Virgen.

A história é centrada em Jane, uma garota trabalhadora e religiosa que, devido a uma série de eventos absurdos, acaba sendo inseminada artificialmente. Na novela, a protagonista carrega em seu ventre a criança herdeira de um importante ricaço das comunicações, ao mesmo tempo em que precisa lidar com religiosos que passam a vê-la como uma reencarnação da Virgem Maria.

A adaptação da CW fica a cargo de Jennie Snyder Urman, criadora de Emily Owens M.D., e Ben Silverman.

Vale comentar que a produção original da RCTV foi exibida no Brasil pela Rede Record e está disponível em sua totalidade pelo Netflix.

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Final da 3ª temporada de Game of Thrones bate novo recorde de pirataria

Game of Thrones acaba de bater mais um recorde nessa terceira temporada: de acordo com o TorrentFreak, mais de um milhão de usuários do BitTorrent baixaram o episódio final em apenas um dia, marcando um pico de 170 mil pessoas compartilhando o capítulo ao mesmo tempo.

Com isso, o season finale superou os números impressionantes da estreia da temporada, que era de 160 mil compartilhamentos ao mesmo tempo. A publicação afirma ainda que o número total de downloads pode crescer para 5 milhões nas próximas semanas, o que significa que novamente a série será coroada como o programa de TV mais pirateado do ano.

Vale relembrar que o maior número de downloads está fora dos Estados Unidos, normalmente em lugares que contam com atraso na exibição dos episódios inéditos (ou, no caso dos EUA, de pessoas que não possuem HBO em seus pacotes de TV a cabo). O país campeão na pirataria é a Austrália, seguido pelos Estados Unidos, Canadá e o Reino Unido.

Segundo o TorrentFreak, a situação de pirataria da série nos EUA pode ser explicada também pela natureza “exclusiva” da atração, já que a HBO não quer liberar os direitos de exibição nem para o Netflix nem para outros serviços de streaming fora de seu conglomerado.

Não que a pirataria da série seja um problema para a emissora. O presidente de programação do canal Michael Lombardo afirmou em abril que os recordes batidos por Game of Thrones em termos de downloads ilegais são vistos como “elogios” e que não há impacto negativo na venda de DVDs.

Happy Endings não será resgatada pelo canal USA

Depois de algumas semanas de negociações, temos um veredito final: Happy Endings não terá uma quarta temporada no canal norte-americano USA, opção que estava em pauta após seu cancelamento pela ABC.

De acordo com o Deadline (que já havia falado das baixas possibilidades de um possível resgate acontecer), a Sony TV, responsável pela produção da série, começou a explorar o futuro da atração bem antes da decisão pelo cancelamento.

Com isso, o canal USA, que está entrando novamente no espaço das comédias, se mostrou bastante interessado em trazer a atração para o canal já em abril. No entanto, após três semanas, a emissora a cabo decidiu por não continuar com o processo de negociação.

De acordo a publicação, o USA afirma ter adorado a série em termos criativos, porém sua baixa audiência na ABC foi um fator decisivo para a decisão negativa. Afinal, seria necessário um grande investimento em marketing e promoções, dinheiro esse que o USA decidiu usar para promover suas próprias séries (a emissora acaba de fazer seu primeiro pedido de séries cômicas de 30 minutos em 15 anos: Sirens e Playing House).

Ainda segundo a publicação, a Sony TV deve continuar sua busca a outros possíveis distribuidores, incluindo serviços de streaming como Netflix e Amazon.

Vale relembrar ainda que Body of Proof também não conseguiu encontrar uma nova casa, informação que também foi confirmada pelo Deadline.

Tristes com o destino de Happy Endings?

Netflix estaria interessado em uma segunda temporada de Hemlock Grove

A estreia de Hemlock Grove no Netflix trouxe uma audiência significativa para o serviço de streaming. Não é à toa, portanto, que uma segunda temporada já esteja nos planos dos executivos.

Em uma conversa com o The Hollywood Reporter (via Daily Dead), Ted Sarandos (chefe de conteúdo do Netflix) afirmou que existem conversas a respeito de mais uma temporada e que, até o momento, os executivos estão ouvindo “linhas narrativas e histórias para mais um ano”. No entanto, ainda nada está confirmado oficialmente.

Além disso, Sarandos falou um pouco a respeito das reações que a série recebeu, especialmente entre os fãs do gênero de terror. “Hemlock é muito mais polarizada: ou você ama ou odeia. As pessoas que amaram a série a ligaram a American Horror Story, e não a Vampire Diaries. Além disso, a produção foi incrivelmente popular nos países nórdicos por causa dos Skargards (Bill Skargard está no elenco) e na américa latina, onde o gênero horror faz sucesso”, completa.

Ainda falando sobre a série atender a um público mais jovem (uma das críticas feitas à produção), o chefe de conteúdo acredita que “Hemlock Grove é horror, mas não é o terror da CW. É muito mais adulto do que isso. Portanto, gostaríamos de olhar outras séries que se encaixam nessa categoria”.

A produção original do Netflix conta com 13 episódios nesta primeira temporada e traz a assinatura de Eli Roth (O Albergue) na produção. Todos os episódios estão disponíveis (em versões legendadas e dubladas) no serviço de streaming.

Orange is the New Black | Netflix define a estreia de sua nova série original

O Netflix agendou o lançamento de Orange is the New Black, nova série original criada por Jenji Kohan (Weeds), para o dia 11 de julho, incluindo o Brasil.

Seguindo a estratégia de outras atrações do canal de streaming, todos os 13 episódios da primeira temporada serão liberados de uma só vez.

Baseado na autobiografia de Piper Kerman, o drama de humor negro acompanha Piper Chapman (Taylor Schilling), cujo relacionamento de dez anos com a traficante Alex (Laura Prepon) acaba lhe rendendo uma sentença de um ano de prisão em uma penitenciária federal.

Para pagar pelo que fez, Piper troca sua bela vida em Nova York e seu noivo Larry (Jason Biggs) por um uniforme cor de laranja e a inacreditável cultura prisional. Piper é forçada a questionar tudo o que pensa e forjar alianças inusitadas com um grupo de detentas excêntricas e sem papas na língua.

Kate Mulgrew, Natasha Lyonne, Pablo Schreiber, Danielle Brooks, Laverne Cox e Taryn Manning completam o elenco.

Além de ter escrito o primeiro e último episódios da temporada inaugural, Kohan também assume a produção executiva da série.

Los Angeles – Cidade Proibida pode virar série de TV

James Ellroy, escritor do romance L.A. Confidential, que virou filme no final dos anos 90, está negociando com canais americanos sua adaptação para a TV.

A série pretende continuar os eventos de Los Angeles – Cidade Proibida e a a intenção é que seja aprovada sem passar pela fase de avaliação de piloto, já garantindo de início uma primeira temporada completa.

Se nenhuma emissora, seja de TV aberta ou fechada, se interessar pelo projeto, o autor e a produtora New Regency devem procurar canais de streaming, como o Netflix e Amazon, que recentemente começaram a investir nesse meio serializado.

O filme policial com Kevin Spacey, Russell Crowe e Kim Basinger se passa no início dos anos 50, acompanhando três detetives que usam métodos distintos de trabalho e acabam esbarrando em casos espinhosos, como crime organizado, corrupção policial e prostitutas de luxo.

Ao mesmo tempo está sendo desenvolvido um prelúdio de L.A. Confidential para o cinema, com o italiano Luca Guadagnino atrelado à direção. Há um bom tempo não se fala no projeto.

Hemlock Grove | Sai trailer para maiores da série de horror do Netflix

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