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Atriz de Game of Thrones não quer mais aparecer nua, segundo colega de elenco

Novidades dos bastidores de Game of Thrones vêm na forma de uma declaração polêmica feita por Oona Chaplin, que interpreta a esposa de Robb Stark, Talisa Maegy.

Em entrevista ao britânico The Telegraph, a atriz revelou que uma colega de elenco está se recusando a aparecer nua em mais cenas.

“Uma das garotas da série que mais ficou sem roupa nas duas primeiras temporadas agora não quer [aparecer nua] de jeito nenhum, pois disse: ‘Eu quero ser conhecida pela minha atuação, não pelos meus seios’”, revelou a neta de Charles Chaplin ao jornal, sem dizer o nome da colega de trabalho.

No entanto, há um consenso geral de que Oona esteja se referindo a Emilia Clarke, que interpreta a mãe dos dragões, Daenerys Targaryen, e que tem feito cada vez menos cenas explícitas de nudez.

De fato, o último episódio que foi ao ar na HBO, no domingo, dia 19, mostrou uma nudez parcial da Khaleesi enquanto ela se banhava — em grande contraste com a primeira cena da personagem na série, a qual teve uma nudez bem mais explícita, bastante atenuada agora no fim da terceira temporada.

Oona Chaplin, ao contrário da colega de elenco, diz não ter problemas com a nudez: “Se é feito de uma maneira bonita, de uma maneira que honra a forma feminina, então fico sempre feliz em vê-la”.

Chaplin continua, dizendo que a objetificação da mulher “está nos olhos de quem vê, assim como a beleza. Eu fico muito confortável tirando a roupa, então, se eles quiserem, eu digo: ‘Sim, pode mandar, fico nua, sem problemas’”.

E a atriz provou seu ponto, particularmente, no sétimo episódio da terceira temporada, no qual aparece nua por vários minutos em uma cena com Richard Madden, que interpreta seu marido nas telinhas.

E você, o que acha da polêmica: a atriz está certa em querer se preservar e pedir para ter menos cenas desse tipo, ou deveria reconsiderar a posição, já que, desde que entrou na série, sabia que seu papel requeria cenas de nudez?

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Christina Aguilera fala de tudo um pouco em nova entrevista concedida ao “The Telegraph”.

O britânico “The Telegraph” publicou uma nova entrevista com Christina Aguilera, cuja íntegra em inglês pode ser lida aqui. É uma leitura longa e cansativa, na qual a revista mistura pequenos trechos de entrevista com as próprias percepções acerca dos últimos dois anos de Christina, misturados ao histórico de carreira que todos nós já conhecemos.

E para começar, confira abaixo um pouco mais sobre a relação com Adam Levine:

“Você sabe, acho que nós dois somos muito passionais. Eu vivo o momento das coisas, por isso não assisto ao programa depois. Sinto o que eu sinto, digo o que eu digo e então vou embora. Quando chego em casa, ou fico com meu filho ou vou para o estúdio trabalhar no meu álbum. Divido bem essas tarefas. No começo, todos nós nos demos muito bem, mas quando começamos a filmar eu me surpreendi – não esperava que Adam fosse tão competitivo. Ele quer vencer! E com isso, palavras foram jogadas por aí. Mas se um cara vem tentar ser competitivo comigo, bem, eu também sei ser competitiva de volta!”

Sobre o sucesso de “Moves Like Jagger” que consolidou o single como 2º mais vendido na Inglaterra e revitalizou a carreira do Maroon 5, Christina apontou que “acha que eles nunca tinham experimentado esse nível de sucesso antes”. Outro dos assuntos mencionados pelo jornal é aquelas supostas palavras ditas para a “Billboard” – aquele artigo falso publicado pela “US Weekly”, que já foi desmentido. A repórter leu para ela todas aquelas frases que ela teria dito, e essa foi a resposta:

“É, eu não sei nada sobre esses comentários”. “Ela não ficou sabendo disso”, interrompe a assistente, que está há alguns passos da cama. Sério? “Não”, responde Aguilera. “Mas eu sei que já disse sobre aceitar minhas curvas e amar meu corpo. Sempre me senti confortável assim. Mas é, com relação a esse fato específico, não sei de nada disso”.

“Ela não acompanha a imprensa, seja boa ou ruim”, interrompe novamente a assistente. “É, não acompanho”, Aguilera concorda. “Eu mantenho o foco na minha criatividade e no meu filho. É minha assistente que tem que me contar as coisas. Às vezes eu até ouço uns boatos e preciso perguntar, ‘O que está acontecendo? Estou no escuro, não tenho a menor ideia do que estão dizendo’.”

 

A repórter insistiu, questionando se ela também não sabe daqueles boatos de que a equipe dela quis interná-la em uma clínica para recuperação de alcoólatras.

“Oh, vá por mim, existem infinitas estórias por aí. Acontece quando estamos nesse meio, a única solução é aprender a levar socos. E no fim do dia, se eu estou tendo a oportunidade de fazer o que amo e dividir minhas histórias com o mundo, compartilhando minha voz e meus dons com meus fãs e espalhando mensagens positivas, então que seja, certo? Posso levar uns tiros no caminho”.

O jornal insistiu na negatividade, buscando a percepção dela sobre a recepção crítica de “Bionic” ou “Burlesque”:

“‘Bionic’ não foi aquele pacotinho aceitável comercialmente, mas é um belo e experimental trabalho que vai viver o teste do tempo e deixar a marquinha na vida dele. Foi muito artístico”. Ela também se recusa a ver “Burlesque” como um filme de história boba. Ao invés disso, Aguilera fala sobre trazer à personagem as próprias dores para interpretar a garota que perdeu a mãe. “Provavelmente não é algo obrigatório, mas eu tento fazer tudo da maneira mais real e honesta possível. Eu sinto tudo de forma profunda. Por isso é importante ter uma pele rígida. Vulnerabilidade e fraqueza são sentimentos que eu tive problemas para demonstrar desde que era criança. Por isso eu me sinto bem hoje, ao me abrir em momentos vulneráveis. É uma forma de escape”.

Por fim, a revista entra no assunto de divórcio e quer saber quem ficou com a custódia da coleção de artes que decora a casa de Christina, em especial, quadros do artista Bansky.

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